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¤ Segunda Fase (julho/1996
- dezembro/1996)
A segunda fase do projeto garantiu:
- definição do produto ecoturístico a ser oferecido
(destinos, roteiros, operação);
- formação de dois grupos de parceiros:
· agentes emissivos: grupo
constituído por 26 agências de
ecoturismo que se dispuseram a vender e operar viagens
ecoturísticas, seguindo critérios mínimos de qualidade e
"gestão verde", para o destino Lagamar;
· agentes receptivos: proprietários de
hotéis, pousadas, restaurantes, barqueiros, guias locais, monitores e diversos
prestadores de serviços domiciliados na região, dispostos a
fornecer a infra-estrutura e serviços turísticos;
- criação de instrumentos jurídicos que definiram normas
comerciais, conduta ética e ambiental, responsabilidades e
direitos dos parceiros do projeto;
- realização de um seminário para jornalistas com o
intuito de que os meios de comunicação passassem a
difundir
corretamente as práticas e produtos ecoturísticos
e tivessem
acesso a detalhes do projeto;
- realização de um workshop com os agentes emissivos para
a definição da estratégia operacional do projeto.
¤ Desenvolvimento
Esta etapa começou com a definição dos parceiros, seguindo-se a elaboração de um Regulamento Interno que estabelecia as regras
entre as partes. Um Termo de Compromisso foi firmado, fixando os direitos e
responsabilidades dos parceiros e da coordenação do Projeto.
Para atingir o consumidor do novo produto Lagamar, foi
contratada assessoria de imprensa especializada, encarregada de fazer a divulgação
institucional do Projeto na mídia, especialmente em jornais, revistas do ramo,
rádio e televisão. A idéia era mostrar o pioneirismo da proposta e divulgar o
novo destino ecoturístico, seus parceiros e patrocinadores.
Complementando esta estratégia de divulgação, elaborou-se
um seminário com o objetivo de discutir com os profissionais do jornalismo
conceitos e posturas relacionadas à especificidade e riscos da divulgação de
um destino ecoturístico, bem como apresentar o Pólo Ecoturístico do Lagamar.
Para subsidiar este evento, elaborou-se uma cartilha intitulada Ecoturismo e
Imprensa, que serviu como um manual suscinto de abordagem do tema para esses
profissionais.
Simultaneamente,
as operadoras formataram os roteiros sugeridos pelo Projeto e as primeiras
viagens experimentais/piloto foram realizadas, coletando as observações dos
envolvidos (turistas, operadores e receptivo), com o objetivo de identificar as
dificuldades operacionais e as prioridades para capacitação profissional.
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